“Cidadãos apoucados de Cidadania”

A Concelhia de Coimbra do Partido Socialista lamenta a “crise da meia-idade” do recém-nascido movimento “Cidadãos Por Coimbra” (CpC) e, em particular, a falta de higiene política da sua liderança multicéfala. Fica assim claro nestas declarações que o recém-nascido movimento “Cidadãos por Coimbra” se move por “revanchismos provincianos” que apenas servem o(s) ego(s) dos seus protagonistas e não por ideias que acrescentem valor ao projeto de desenvolvimento em curso.

Perante as insinuações voluntárias, inundadas de acusações vexatórias, do vereador eleito pelo movimento “Cidadãos por Coimbra” aos eleitos pelo Partido Socialista, cabe-nos registar com pesar o “síndrome do populismo da meia-idade” plasmado na silogística apoucada de cidadania que decidiram adotar para combater o Partido Socialista: semear suspeição sobre a res pública para colher apoio do povo desacreditado – fica manifestamente aquém das expectativas criadas e responsabilidades assumidas.

A utilização desta velha tática de sobrevivência política, custe o que custar ao regime democrático, é bem demonstrativa por um lado, dos dissabores que os “Cidadãos por Coimbra” têm tido com o sucesso da governação socialista no município de Coimbra e por outro lado, da erudição provinciana que esgota, recorrentemente, a frágil e desusada retórica da liderança multicéfala dos CpC em singelas insinuações de miséria cívica.

A estas “insinuações de miséria cívica” o PS/Coimbra reage com a esperança de todos os que acreditam que aquilo que bate no fundo, não só não pode cair mais fundo, como é, por norma, o primeiro impulso para a sua própria reabilitação.

Aguarda-se assim, que os “Cidadãos por Coimbra”, hoje apoucados de cidadania pelo desespero populista que os esgota em insinuações de miséria cívica, entendam que a cidadania também contempla deveres e não apenas o direito à livre expressão da miséria cívica.

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